sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Un bombero aborta el desahucio de una octogenaria en A Coruña

El agente se ha negado a abrir la puerta para echar a una anciana que se retrasó un mes en el alquiler

Un agente de Bomberos y la movilización ciudadana ha abortado el desahucio de una mujer de 85 años a la que iban a sacar de su casa en A Coruña por el supuesto impago de un mes de alquiler.

Numerosas personas estaban protestando ante el número 9 de la calle Padre Feijoo de A Coruña para impedir el desalojo de la anciana, Aurelia Rey, que reside en un noveno piso sin ascensor y que paga 126 euros de alquiler mensuales con una pensión de 356 euros.

En 1999 pagó con retraso una de las mensualidades, una situación que volvió a repetirse en marzo de 2011, lo que motivó la apertura del proceso judicial de desahucio por impago, según Stop Desahucios.

Uno de los bomberos que debían abrir la finca, al conocer la situación, se ha negado a participar en el desalojo y ha regresado al coche colgando un cartel de la coordinadora antidesahucios. Acto seguido se han marchado.

La comisión judicial se ha ido del lugar tras un primer intento, pero han regresado al cabo de un tiempo.

La calle Padre Feijoo está situada en el centro de la ciudad de A Coruña y permanece cortada al tráfico. Hasta el lugar se han desplazado cinco furgones de la Policía Nacional, pero también hay agentes de la Policía Local.


FONTE:http://www.elperiodico.com/es/noticias/sociedad/bombero-aborta-desahucio-una-octogenaria-coruna-2321267

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Com a Presidente Dilma, Teotônio inaugura Canal do Sertão em 11 de março de 2013


Teotônio, disse numa alfinetada ao senador Collor(PTB),quando eu assumi o governo, havia apenas um quilômetro construído.



Confirmado, o que o blog Bernardino, divulgou:com a presidenta Dilma Rousseff, o governador Teotonio Vilela em rede social informou, "vamos inaugurar dia 11 de março os primeiros 65 km do Canal do Sertão."

Segunjdo ele, a maior obra hídrica do Nordeste nos últimos 20 anos. Uma das principais obras estruturantes do nosso governo, o Canal se estenderá por 250 km ao longo de 42 municípios, beneficiando mais de um milhão de cidadãos alagoanos.

O início da operação do Canal do Sertão, nesses 65 quilometros, permite a distribuição de água ao longo dos municípios de Delmiro Gouveia, Pariconha e Água Branca, já na divisa com Olho D’Água do Casado.

Ele adiantou,já garantimos junto ao Ministério da Itegração, recursos para a execução da primeira etapa do terceiro trecho, até o km 77,8, cujas obras já têm mais de 20% executadas. O Estado já licitou e contratou as obras até o km 150.

Teotonio, disse numa alfinetada ao senador Collor(PTB),quando eu assumi o governo, havia apenas um quilômetro construído.

Mais adiante, disse ele, nos últimos seis anos, conseguimos chegar aos 65 quilômetros e vamos brevemente fazer a terceira etapa desse projeto, já iniciada, alcançando cerca de 100 quilômetros do Canal do Sertão.

Acrescentou ainda, afirmando, que mais de 1,6 mil trabalhadores seguem atuando na construção do Canal do Sertão em Alagoas.

Vilela afirmou, as obras avançam agora pelo terceiro trecho.O início da operação do Canal do Sertão, nesses 65 quilometros, permite a distribuição de água ao longo dos municípios de Delmiro Gouveia, Pariconha e Água Branca, já na divisa com Olho D’Água do Casado.

E por fim, anunciou Teotonio Vilela,O nosso governo, através da Secretaria de Estado da Infraestrutura, se prepara também para licitar a obra de integração do Canal com o sistema adutor do Alto Sertão.

FONTE: http://cadaminuto.com.br/noticia/2013/02/10/com-a-presidente-dilma-teotonio-inaugura-canal-do-sertao-11-de-marco

domingo, 10 de fevereiro de 2013

PT: 33 anos fazendo história


Lá se vão os anos. Revivendo nosso momento de fundação – comemorado no próximo domingo, dia 10 de fevereiro – me dou conta de que os fatos da atualidade atropelaram os sonhos do passado. O Brasil, da década de 80, ano da nossa consolidação, não existe mais. Hoje, somos outro País, com democracia, liberdade, avanços econômicos e menos desigualdades.
Se naquela época fazíamos panfletos em mimeógrafos para dizer “Fora FMI”, hoje disparamos e-mails e postamos no Facebook nosso apreço e auxílio às nações vizinhas. As resoluções partidárias que antes eram enviadas pelo Correio deram lugar às postagens em blogs e sites. Se falávamos em inflação, aumento do déficit público e crescimento da dívida externa e interna – hoje, no Twitter, festejamos patamares de primeiro mundo em no máximo 140 caracteres.
Trinta e três anos se passaram. Nesse tempo elegemos, além do primeiro operário presidente, a primeira mulher presidenta, deputados estaduais, federais, senadores, prefeitos e vereadores. Muitos se foram, outros se perderam pelo caminho, oportunistas e aventureiros se aproximaram, e o PT se transformou em experiência de luta, organização política dos trabalhadores e modelo para outros países.
O Brasil foi mudando e nós do PT também. Não abandonamos nossos sonhos de um mundo igualitário, possível, com inclusão social, sustentabilidade econômica, social e ambiental, mas optamos pelo caminho da união com alguns setores até conservadores, para poder fazer as mudanças que tanto o Brasil almejava.
A partir de metas ousadas, tiramos cerca de 40 milhões de brasileiros da miséria. Soubemos aliar equilíbrio financeiro com ampliação da oferta de serviços públicos à população e, ao mesmo tempo, colocamos em prática uma política de investimentos que tirou do discurso o potencial econômico do país sem descuidar do respeito ao meio ambiente. O Brasil não é mais o país do futuro, ele é o país do presente.
São mais de três décadas fazendo história. E não há quem faça história sem percalços, sem erros. Sabemos que ela muitas vezes não se justifica, mas está escrita para ser pensada e avaliada, como estamos fazendo agora com o PT.
Que continuemos ousados e radicais, na busca pela democracia como valor universal e na incessante luta contra a pobreza. Valeu ousar. Valeu ter feito. Temos que festejar intensamente esses 33 anos de muitas lutas e conquistas.

POR:Liliane Melo(militante-Ipatinga MG)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A peculiaridade brasileira

Nos seus derradeiros momentos como senador, Fernando Henrique Cardoso andava pelos corredores do Congresso acompanhado por Norberto Bobbio. Digo, carregava um ensaio do pensador italiano, a analisar um assunto veementemente provocado pela queda do Muro de Berlim: ainda vale falar de direita e esquerda?

A direita mundo afora decretava o fim das ideologias, -enquanto a esquerda mostrava-se reticente. Bobbio entrou em cena e afirmou: nada disso, a dicotomia não se apaga, seria como pretender negar o bem e o mal, a luz e a sombra, a verdade e a mentira. E a verdade, no caso, é outra.

A tese de Bobbio pode ser resumida na seguinte ideia: é automática e naturalmente de esquerda quem se preocupa com os destinos dos desvalidos do mundo e se empenha pela igualdade. Recordam? Liberdade, igualdade, fraternidade. A liberdade por si só não basta à democracia, a igualdade é fundamental. Quanto à fraternidade talvez seja admissível substituí-la pela solidariedade.

A julgar pelo desvelo de ponta de dedos com que FHC carregava o livrinho (ia escrever, sobraçava, mas a obra é de porte modesto) me entreguei à suposição de que o futuro presidente da República rendia-se de bom grado aos argumentos do autor, a confirmar crenças pregressas. No entanto, pouco tempo após, soletraria: esqueçam o que eu disse.

À sombra de FHC presidente, o PSDB tornou-se um partido de direita. Em lugar de abrandá-las, acentuou as disparidades ao aderir à religião neoliberal e sujeitar-se às vontades e interesses do Tio Sam. Sem contar a bandalheira da privataria, a compra dos votos a favor da reeleição e o “mensalão” tucano.

Ao entrevistar o presidente Lula no fim de 2005, pergunto se ele é de esquerda, responde nunca ter sido. “Você sabe disso”, diz, ao recordar os velhos tempos em que nos conhecemos, já faz 36 anos. Jogo na mesa a carta de Norberto Bobbio, observo: “Você sempre lutou a favor da igualdade”.

Deste ponto de vista, há toda uma orientação esquerdista nas políticas sociais implementadas pelo governo Lula e hoje fortalecidas por Dilma Rousseff. E é de esquerda em mais de um aspecto a política econômica do governo atual, mais ousada do que a do anterior ao se desvencilhar das injunções neoliberais.

Nada irrita e assusta mais a direita brasileira do que qualquer tentativa de demolir de vez a senzala. É o que me permito explicar ao correspondente de um jornal americano, perplexo diante dos comportamentos da mídia nativa, sempre alinhada de um lado só. Digo: ela é o instrumento da casa-grande. O estupor do colega do Hemisfério Norte não arrefece: “Mas os governos Lula e Dilma produziram bons resultados para todos, senhores incluídos…”

Defronto-me, de súbito, com a dificuldade de aclarar uma situação incompreensível aos olhos do semelhante civilizado, capaz de usar, para medi-la, o metro próprio da contemporaneidade do mundo. E aos meus condoídos botões segredo: difícil, difícil mesmo, talvez impossível, trazer à luz da atualidade este cenário tão peculiar, de um país que viveu três séculos e meio de escravidão e que, de certa forma, ainda não digeriu o seu passado.

O jornalista americano arregala os olhos: “Mas como é possível que Dilma Rousseff tenha índices de aprovação elevadíssimos e sofra ao mesmo tempo o ataque maciço da mídia?” A presidenta, respondo, pretende erradicar a miséria… Logo percebo que a peculiaridade verde-amarela envolve o próprio governo. Há momentos em que Dilma parece isolada. Solitária. Ela é obrigada à aliança com o PMDB para garantir a maioria em um Congresso inconfiável e a postura do próprio PT é, no mínimo, dúbia. Falta ao Brasil desta hora um verdadeiro partido social-democrático, esquerdista no sentido de Norberto Bobbio.

FONTE:http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-peculiaridade-brasileira/

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Os estudantes da USP e a criminalização dos Movimentos Sociais


Em 2 de Novembro de 2011, 72 estudantes ocuparam a reitoria da Universidade de São Paulo (USP), em protesto contra o convênio feito entre o governo estadual e a Polícia Militar, que instituía o controle do campus da USP por membros de uma das forças de opressão mais agressivas do mundo, responsável por uma série de crimes e violações contra os direitos mais básicos dos cidadãos. Utilizou-se como argumento que o acordo tinha por finalidade a segurança das pessoas que circulavam pelo local.

O convênio foi firmado sem a devida consulta à comunidade universitária. Foi uma atitude típica de governos burgueses, que veem a política como propriedade privada dos políticos profissionais e tentam afastar a população dos centros de decisão. E é assim que o governo do senhor Geraldo Alckmin tem agido. O autoritarismo e as ações fascistas são marcas de sua gestão. Não bastasse o totalitarismo natural das leis burguesas, que criminalizam e perseguem qualquer indivíduo ou grupo de pessoas que desafiem minimamente a ordem vigente, os paulistas também precisam suportar os abusos do Mussolini tupiniquim, que conta com apoio e proteção de uma justiça corrupta e distante dos interesses sociais.

O caso da USP também revelou mais uma vez o real papel da mídia corporativa, que em seus jornais e telejornais defendeu abertamente a invasão da reitoria pela polícia e promoveu a difamação dos jovens que lá estavam, lutando pelos seus direitos, os taxando como meros delinquentes e bandidos. A maior parte da população, que simplesmente absorve a notícia sem qualquer reflexão, mas uma vez foi enganada pelo trabalho sujo da oligarquia midiática.

Os estudantes permaneceram na reitoria por seis dias, até que uma operação da polícia fascista, que reuniu cerca de 400 policiais da Tropa de Choque e Cavalaria, invadiu o local no fim da madrugada. É interessante notar a ironia da história. A polícia, que supostamente seria integrada ao campus para fazer a segurança, estava sendo utilizada para agredir estudantes que, segundo o convênio, ela deveria proteger.

Esta semana, menos de um ano e três meses depois da ação, a promotora Eliana Passarelli, do Ministério Público de São Paulo, anunciou que irá denunciar os 72 estudantes por pichação, danos ao patrimônio público, desobediência judicial e, atentem bem para o absurdo, formação de quadrilha. Segundo os alunos, foi a própria polícia que, durante a invasão, depredou o imóvel. Mas independente de quem foi o responsável, o maior absurdo dessa situação é o processo por formação de quadrilha. Não haviam bandidos naquele local. Todos eram alunos envolvidos em um protesto político. Leis de interpretação subjetiva, como essa, servem para isso, criminalizar movimentos que, de alguma forma, desagrade os burocratas agentes da burguesia.

Não há segurança nenhuma em um país onde uma lei, supostamente criada para proteger os cidadãos de grupos criminosos, pode ser utilizada para reprimir movimentos políticos. A própria declaração da promotora, ao falar sobre as bombas caseiras encontradas pela polícia (os estudantes negam ter produzido os artefatos), deixa claro que nossa justiça está tomada por pessoas ligadas aos setores mais conservadores da sociedade. Segundo a promotora: "os apetrechos estavam todos montados para ser usados a qualquer momento". "Então não dá para dizer que nós estamos lidando com estudantes, nós estamos lidando com bandidos".

O Diretório Central dos Estudantes, por meio de nota, repudiou a declaração de Passarelli. O DCE está articulando, com movimentos sociais e sindicatos, manifestações em protesto contra os abusos da justiça de São Paulo. Os representantes do DCE afirmam que a medida da justiça é um ataque aos movimentos estudantil e social. “Isso abre precedente para qualquer tipo de criminalização do movimento social no país. Nós sabemos a representatividade da USP”, disse a representante do DCE Ariele Moreira. “Já entramos em contato com o Conlutas (Central Sindical e Popular), tanto para dar assistência jurídica, quanto para, por meio de seus sindicatos, como o dos metroviários, fazermos uma campanha bem ampla com relação a esse tema”.

Há em São Paulo uma clara aliança entre executivo, legislativo e judiciário para reprimir a população. A mídia tem, como sempre, apoiado toda essa situação. Não é possível impedir que fascistas pratiquem o fascismo, mas é sim possível lutar contra tudo isso. Os movimentos populares devem reagir imediatamente a esses abusos. Porque, ao contrário do que diz o jargão burguês, com o objetivo de manter o povo paralisado, decisão da justiça se discute sim. Aliás, não só se discute, como também se desobedece, caso atente contra os direitos políticos e sociais. Não se deve obedecer leis injustas.

Deixo abaixo a nota de repúdio do Diretório Central de Estudantes da USP:

São Paulo, 05 de fevereiro de 2013
O DCE-Livre da USP vem a público repudiar a denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo à Justiça no dia 5 de fevereiro, que acusa os 72 estudantes, que foram detidos durante a violenta reintegração de posse do prédio da reitoria em 2011, de danos ao patrimônio público, pichação, desobediência judicial e formação de quadrilha.
Além disso, também repudia as declarações da promotora Eliana Passarelli, autora da denúncia, à imprensa que chama os estudantes de bandidos e criminosos.
Na nossa opinião, a intenção de criminalizar esses estudantes é um ataque ao movimento estudantil e aos movimentos sociais de conjunto, que possuem o direito democrático de livre expressão e manifestação.
Um dos principais problemas existentes hoje na USP é a falta de democracia na gestão da universidade, expressa hoje pelo atual reitor João Grandino Rodas. O convênio assinado com a polícia militar não foi em nenhum momento debatido junto à comunidade universitária e não solucionou o problema da falta de segurança que até hoje permanece dentro da Cidade Universitária.
Por isso, em setembro de 2012, o DCE-Livre da USP realizou um ato público na Faculdade de Direito da USP contra a criminalização dos estudantes e em defesa da democratização da universidade, que contou com a presença do senador Eduardo Suplicy, do deputado estadual Carlos Gianazzi e do jurista Fábio Konder Comparato, além de diversos movimentos sociais.
Lutar por democracia e diálogo não é crime. O DCE-Livre da USP se posiciona contrário a qualquer tipo de punição a esses estudantes e convoca os demais alunos a seguirem na luta pela democratização da universidade.
DCE-Livre da USP – Gestão Não Vou Me Adaptar


POR:Carlos Everardo Silva

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Chapa Levantando a Base vence eleição do DCE Unifal MG

























O dia 5 de Fevereiro foi marcado na Unifal MG pela eleição do Diretório Central da Unifal MG. Durante todo o dia os alunos da Unifal MG puderam votar na eleição nos quatro campus(Alfenas-centro, Alfenas-Santa Clara, Poços de Caldas e Varginha) da Unifal MG. Vale elogiar a presença do estudante votante, foram mais de mil estudantes que votaram, um recorde na História da Unifal.
A votação foi tranquila de um modo geral em todos os campus com um ou outro incidente irrelevante no campus de Poços de Caldas.
A disputa era entre duas chapas a "Levantando a Base" e a "Construção Coletiva". No ano anterior(2012) ambas as chapas compunha o DCE da Unifal MG com o nome de chapa "Voz Ativa".
Ouve um racha e algumas pessoas não contentes com atitudes de determinados membros da "Voz Ativa" rompe e monta a "Levantando a Base" e os outros monta a "Construção Coletiva".
No resultado final a Chapa "Levantando a Base" vence a eleição.



















Resultado da eleição DCE Unifal MG 2013

ALFENAS-
Total de votos: 664
Chapa Construção Coletiva: 187
Chapa Levantando a Base: 470
Brancos e Nulos: 7

VARGINHA -
Total de votos: 267
Chapa Construção Coletiva: 253
Chapa Levantando a Base: 11
Branco e Nulos: 3

POÇOS DE CALDAS -
Total de votos: 236
Chapa Construção Coletiva: 44
Chapa Levantando a Base: 189
Branco e Nulos: 3

SOMA TOTAL DAS CHAPAS -
Construção Coletiva: 484
Levantando a base: 670
Brancos e Nulos: 13


Chapa Levantando a Base Unifal MG.Campus-Alfenas (Alguns membros e alguns apoiadores)






Chapa Levantando a Base Unifal MG.Campus-Poços de Caldas